CiênciaJovem faz um motor V6 (que funciona!) utilizando papel e papelão


18/08/2015
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Os chamados gearheads – entusiastas do mundo automotivo – volta e meia aparecem com criações sensacionais, mas a construção de motores em miniatura parece ser uma categoria que não economiza surpresas.

Um usuário do YouTube identificado apenas como Al Zh parece ser um desses entusiastas. O que ele criou, porém, é realmente incrível: um motor V6 feito de papel e papelão. A peça conta com os principais componentes móveis de seu equivalente "de verdade", como pistões e virabrequim.

Para melhorar, a grande surpresa vem na metade do vídeo: depois de mostrar tudo em movimento, Al Zh enche uma bexiga com ar, conecta o bico em um cano (também de papel) e faz o motorzinho funcionar perfeitamente.

Um cilindro, quatro em linha, seis em V

A estrutura de seis cilindros em V foi a última construída pelo usuário, que já havia postado outros vídeos mostrando outras invenções. Uma delas é um quatro cilindros em linha também feito com papel e papelão, que inclui um cabeçote com toda a movimentação do comando de válvulas de um motor de verdade – tudo igualmente impulsionado por ar comprimido.

Segundo Al Zh explica em alguns comentários, ele foi construindo as peças em dificuldade crescente, tendo começado com uma pequena estrutura com um único cilindro, passando para quatro até chegar no V6.

Ele não dá maiores detalhes sobre quanto tempo levou para construir cada uma das peças ou até mesmo como foi o processo de construção, mas ele disponibiliza na descrição dos vídeos os modelos para construção dos motores.

E você aí achando que o seu origami de tsuru era difícil o suficiente.

Via Tecmundo

E eu que não consigo nem fazer uma bolinha de papel


CiênciaEmpresa americana alega que cigarro de chá verde ajuda a parar de fumar


13/08/2015
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Paranoiaguda - Ciência - Empresa americana alega que cigarro de chá verde ajuda a parar de fumar
Uma empresa americana desenvolveu um cigarro feito de chá verde e alega que ele pode ajudar os fumantes a parar de fumar. Chamado Billy 55, o "cigarro verde" foi ideia de um acupunturista de 35 anos que, segundo o site da empresa, estava cansado de não conseguir ajudar seus pacientes a abandonar o cigarro.

Segundo o fundador da empresa, Ranko Tutulugdzija, o cigarro de chá pode ajudar os fumantes a parar de fumar se eles seguirem alguns passos. Primeiro, substituir alguns cigarros comuns por cigarros de chá. Depois, fumar exclusivamente os cigarros verdes. Depois começar a reduzir o número de cigarros fumados com a ajuda de acupuntura. Segundo a empresa, o cigarro de chá ajudaria o fumante a se livrar do vício da nicotina e do tabaco enquanto ele ainda tem a sensação de fumar um cigarro parecido com o tradicional.

Apesar das alegações da empresa, a agência de vigilância sanitária dos Estados Unidos, o FDA, classifica o produto como um cigarro comum, de acordo com a revista "Time", já que envolve fumar uma substância que produz monóxido de carbono. Um alerta publicado em letras pequenas no site da empresa lembra que os cigarros de chá também contêm alcatrão, além do monóxido de carbono.

Especialistas ouvidos pela revista "Time" veem o produto com ceticismo e afirmam que não há evidência científica de que o cigarro de chá realmente ajude alguém a abandonar o cigarro. Até o momento, a venda do produto está restrita aos Estados Unidos.

Via G1

Sempre assim, fumantes só param de fumar, se for para fumar uma "Erva Verde", se é que me entendem ù.u


Ciência5 sinais de que os seres humanos continuam evoluindo


07/08/2015
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esar de os humanos atuais serem o resultado de milhares de anos de evolução, não pense você que nós somos o produto final do desenvolvimento da nossa espécie. Embora não pareça, a verdade é que nossos corpos e comportamentos ainda estão passando por transformações e se adaptando ao ambiente onde vivemos.

Aliás, vários estudos apontaram que não só existem evidências de que continuamos evoluindo como esse processo está acontecendo bem depressa, especialmente desde o surgimento da agricultura. Pensando nisso, Jessica Hullinger, do portal Mental_Floss, reuniu alguns sinais da nossa contínua evolução, e você pode conferir quais são eles a seguir:

1 – Nosso cérebro está diminuindo

Como você sabe, nós, humanos, fomos desenvolvendo cérebros maiores ao longo de nossa história evolutiva, e isso nos deu uma incrível vantagem sobre outras espécies que vivem na Terra. Entretanto, cérebros maiores também demandam uma enorme quantidade de energia para funcionar, e existem evidências de que nos últimos 30 mil anos eles começaram a “encolher”.

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De acordo com Jessica, o volume médio do cérebro humano diminuiu de 1,5 mil centímetros cúbicos para cerca de 1,35 mil cm3 — o que seria equivalente a remover um pedaço do tamanho de uma bola de tênis dos seus miolos —, e existem várias teorias sobre o motivo de os cérebros estarem encolhendo.

Para alguns pesquisadores, eles estão ficando menores simplesmente porque nós estamos ficando mais... burros. Segundo os defensores desta teoria, ao longo da história, os cérebros diminuíram de tamanho conforme as sociedades foram se tornando mais complexas e maiores, sugerindo que a segurança que as sociedades modernas oferecem anula a necessidade de ter que “usar a cabeça” para sobreviver.

Também existem pesquisadores que acreditam que cérebros menores são evolutivamente vantajosos, já que eles nos tornariam menos agressivos, permitindo que tivéssemos uma convivência mais pacífica. E ainda existem os cientistas que não pensam que estamos ficando burros, mais sim que os nossos cérebros estão ficando menores para se tornarem mais eficientes, pois assim eles se reorganizariam de forma que pudessem trabalhar mais depressa.

2 – Estamos nos tornando mais resistentes

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Segundo Jessica, pesquisadores identificaram 1,8 mil genes que só se tornaram prevalentes nos humanos nos últimos 40 mil anos, e muitos deles estão associados ao combate de doenças infecciosas. Assim, pessoas que vivem em cidades desenvolveram mutações que as tornam mais resistentes contra a tuberculose e a lepra, por exemplo, e existem dezenas de novas variantes genéticas contra a malária se espalhando na África.

3 – Estamos nos tornando tolerantes à lactose

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Nós, aqui do Mega Curioso, já falamos a respeito de como os seres humanos começaram a desenvolver a tolerância à lactose — e você pode conferir a matéria através deste link. Mas, basicamente, o gene que controlava a habilidade dos nossos ancestrais de digerir alimentos derivados do leite se tornava inativo assim que os bebês “desmamavam” de suas mães.

De acordo com Jessica, quando os nossos ancestrais começaram a domesticar animais como vacas, ovelhas e cabras, o leite e seus derivados se tornaram novas fontes de calorias e nutrientes. E os indivíduos que traziam a mutação genética que permitia que eles pudessem consumir esses alimentos sem morrer de dor de barriga começaram a transmitir a novidade aos descentes.

O mais interessante é que essa característica genética continua sendo transmitida, já que não são todos os seres humanos que podem consumir lactose tranquilamente. Um estudo realizado em 2006 apontou que populações que ocupavam o leste da África há 3 mil anos ainda estavam desenvolvendo a tolerância, e atualmente a mutação que permite a digestão da lactose está presente em 95% dos descentes dos povos que habitavam o norte da Europa.

4 – Os dentes do siso estão desaparecendo

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Os nossos ancestrais começaram a apresentar os dentes do siso devido à sua dieta, baseada em alimentos como raízes, folhas, frutos secos, carne crua e até um eventual ossinho. Acontece que rasgar e mastigar esses itens — rústicos — provocava um grande desgaste nos dentes, portanto os terceiros molares provavelmente surgiram para acomodar os hábitos alimentares dos nossos antepassados.

Entretanto, com o passar do tempo, a nossa dieta passou a ser baseada em alimentos mais fáceis de serem triturados, sem falar que hoje nós contamos com a ajuda de utensílios que nos permitem cortar, fatiar, picar, descascar etc. a nossa comida. Com isso, os nossos maxilares foram se tornando menores — e os dentes do siso, além de perder sua utilidade, perderam espaço nas nossas bocas, e é por isso que muita gente tem problemas quando eles nascem.

Assim, segundo Jessica, hoje os sisos são considerados uma “estrutura vestigial humana” — assim como o apêndice, o cóccix e os pelos do corpo —, e a estimativa atual é que 35% da população mundial nasce sem esses dentes, e a tendência é que eles desapareçam completamente.

5 – Os olhos azuis surgiram

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Conforme explicamos em uma matéria — que você pode acessar através deste link —, originalmente, todos os humanos tinham apenas olhos castanhos, até que alguém nasceu com uma mutação genética que deu origem à cor azul. Esse indivíduo viveu entre 7 e 10 mil anos atrás em algum lugar da região do Mar Negro, e ele foi o responsável por espalhar essa característica para uma parcela da população.

A descoberta é notável, mas ninguém sabe explicar o motivo de os olhos azuis terem persistido geneticamente entre nós. Segundo Jessica, uma teoria é a de que essa característica tenha sido utilizada pelos nossos ancestrais como uma espécie de teste de paternidade, já que pais com olhos azuis concebem filhos de olhos azuis. Assim, é possível que nossos ancestrais com olhos azuis procurassem parceiras com os olhos dessa cor para garantir que elas fossem fieis.

Apesar de essa ideia ser altamente especulativa, um estudo realizado por pesquisadores noruegueses apontou que pessoas de olhos castanhos não parecem se sentir mais ou menos atraídas por indivíduos com cores de olhos específicas. Por outro lado, homens de olhos azuis parecem expressar preferência por mulheres que também têm olhos dessa cor — apoiando a teoria do “teste de paternidade” evolutivo.

Via Mega Curioso

"6 - Funckeiro usando fone de ouvido" - ainda chegamos lá!